Cruz Vermelha de Prado pode fechar portas


A delegação de Prado da Cruz Vermelha Portuguesa não está a viver os seus melhores dias e existe mesmo o risco de poder vir a encerrar as suas portas à comunidade a quem presta auxílio.


O responsável pela comissão administrativa que gere a delegação apenas há um mês e meio, enquanto não existe uma nova direcção, adiantou ao jornal ‘Correio do Minho’ que “a situação não é famosa”, indicando que neste momento se estão a levar a cabo todas as diligências, no sentido de impedir que a delegação da CVP de Prado acabe mesmo por ser extinta.

O ‘Correio do Minho’ sabe que há trabalhadores que têm já dois meses de salários em atraso, além do subsídio de Natal, temendo que o futuro da instituição possa realme nte estar em causa.
A falta de pagamento foi confirmada pelos próprios funcionários e até pelos habitantes da localidade, que indicaram saber que a instituição vive dificuldades já há algum tempo.

Salários em atraso há dois meses

Em causa estão, também, nove postos de trabalho - tantos quantos ali exercem actividade e que correm igual risco de ficar desempregados.

António Macedo, presidente da comissão administrativa, indicou, todavia, que até ao momento “ainda não há qualquer resolução tomada definitivamente”, explicando que a notícia do encerramento da delegação “para já, ainda não é uma notícia verdadeira”, mas garantiu que a instituição está a atravessar uma situação extremamente difícil.

14-03-2012 - Correio do Minho

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